Quando eu te vejo
eu te quero
eu te penso
eu te imagino
eu te sonho
eu te sento
te levanto
te me abraço
te me beijo
te amparo
te temo
Quando eu te toco
eu te sinto
eu te aqueço
eu te esfrio
eu te estranho
eu te lamento
eu te reclamo
eu te mudo
te aprecio
e te tenho
Thursday, August 27, 2009
Saturday, August 22, 2009
Tuesday, August 18, 2009
Sunday, August 9, 2009
Pimponela
Branco.
Branco
e puro e pequeno.
Pranto
De quando em quando
tanto, mas tanto
que quase me faz chorar!
Espanto, olhos gigantes
Eu canto e ele ri.
Eu te amo tanto, mas tanto...
um eterno amor insistente
amor adolescente
amor maternal
Branco
e puro e pequeno.
Pranto
De quando em quando
tanto, mas tanto
que quase me faz chorar!
Espanto, olhos gigantes
Eu canto e ele ri.
Eu te amo tanto, mas tanto...
um eterno amor insistente
amor adolescente
amor maternal
Wednesday, August 5, 2009
Budapeste
de patins branco e rosa
uma menina roda
na pracinha central.
me lembra uma história e
chico buarque -
o livro que eu perdi.
tento cantar
não lembro a letra.
eu rio de mim.
a menina roda ao som do relógio
que toca
e roda
no marasmo da pracinha central
a única coisa que muda
é a menina de patins
o resto
pa r o u. . .
uma menina roda
na pracinha central.
me lembra uma história e
chico buarque -
o livro que eu perdi.
tento cantar
não lembro a letra.
eu rio de mim.
a menina roda ao som do relógio
que toca
e roda
no marasmo da pracinha central
a única coisa que muda
é a menina de patins
o resto
pa r o u. . .



Sunday, August 2, 2009
Café da tarde
eu cheiro o café que você toma e tomo por ofensa não oferecer
mas no fundo eu nem te conheço
... é necessário conhecer?
a xícara, seus dedos, café preto adentro
café aguento que deve estar!
café morno e velho
café que não quero tomar.
eu cheiro o café que você toma, e olha e toma e mexe
e não oferece
deve estar doce demais!
eu cheiro o café feito errado,
o café estragado
de grão torrado
eu cheiro o seu café.
te olho ofendido depois disfarço um sorriso amigo
e te esbarro sem querer
Ops!
Cheiro o café secando na sua camisa de algodão.
mas no fundo eu nem te conheço
... é necessário conhecer?
a xícara, seus dedos, café preto adentro
café aguento que deve estar!
café morno e velho
café que não quero tomar.
eu cheiro o café que você toma, e olha e toma e mexe
e não oferece
deve estar doce demais!
eu cheiro o café feito errado,
o café estragado
de grão torrado
eu cheiro o seu café.
te olho ofendido depois disfarço um sorriso amigo
e te esbarro sem querer
Ops!
Cheiro o café secando na sua camisa de algodão.
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